ARRISCA-TE A VIVER GUSTAVO SANTOS PDF

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Arrisca-te A Viver Gustavo Santos Pdf

Author:BEVERLY MCGRATH
Language:English, Japanese, Dutch
Country:Eritrea
Genre:Environment
Pages:432
Published (Last):10.12.2015
ISBN:300-7-22085-104-3
ePub File Size:27.43 MB
PDF File Size:14.69 MB
Distribution:Free* [*Registration needed]
Downloads:33096
Uploaded by: KACI

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You are on page 1of Search inside document Para Glauber, o social um campo de batalha em que tudo se conecta - a esttica, a moral e a poltica - de modo a revelar confrontos e alianas, sacrifcios e traies, deuses e diabos.

No balano das foras, o valor de cada cineasta se decide pelo modo como suas aes e opinies vm a compor um perfil e um carter, uma articulao de traos pessoais que s vezes ganham snteses originais: Erich von Stroheim a inspirao embebida de violncia e saudade; John Ford. Federico Fellini, o maior fenmeno da Imaginao Viva.

Sergei Eisenstein o menino que no encontrou seu alter ego. No grande teatro da histria, o jogo de contrapontos. O estilo monumen- tal de David W. Griffith se ope comdia humana do iluminado Chaplin: Elia Kazan o cineasta que pagou o preo da traio; Laszlo Benedek "o que rompeu com o teatro de Kazan".

A coragem do diretor-produtor Stanlev Kra- mer contrasta com o oportunismo de diretores como Robert Rossen e Edward Dmytryk, os que fazem "filmes falsos para temas agudos". Acima desses pares de opostos, reina a liberdade de Luis Bufiuel.

Godard o irmo pouco vontade consigo mesmo que Glauber admira e descreve com simpatia como a conscincia lcida de um continente cansado, carente de energia, f religiosa, povo e periferia.

Poltica dos autores? Longe de estvel ou sempre idntica, a figura do autor permanece como idia reguladora que sofre crises e mutaes, su- jeita diversidade dos juzos.

Estes dependem. Estados Unidos e Terceiro Mundo, ou a sua insero em um dos amlgamas culturais que, no vocabulrio de Glauber, se 10 definem como paganismo, "latinidade", "inconsciente oriental da Itlia", "san- gue bsico americano" ou outras totalizaes que ele assume num tom subs- tlncialista hoje estranho, que vale como documento de formao e como trao do seu estilo vulcnico.

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H o Glauber cinfilo, esteta exigente vivamente expresso em sua intimida- de com a forma do cinema e na sua paixo pelo detalhe, seja diante do cinema clssico americano, seja diante dos filmes europeus de sua preferncia. No entanto, o modo como expressa seu juzo sobre autores e obras est em reta- lo direta com outros aspectos da experincia. A avaliao de cada cineasta nlo esconde o plano da vida, o papel de cada um dentro do jogo maior de poderes que regula as relaes sociais.

A poltica um ponto decisivo, algo que impregna o ar que se respira e que se estende do grande evento social ao pormenor de cada dia, da carreira do homem de Estado vida do artista, do artigo de lei dramaturgia da lente m num filme de Luchino Visconti.

H poltica na busca do impondervel feita por Orson Welles, o que soube encenar os poderes. PeraGlauber, tal "entre-dois" uma "forma potica do desespero" bem prpria este "suo mineral e romntico" ao mesmo tempo. Porque pertinente em todos os casos, a poltica complica em vez de sim- plificar, se o crtico no quiser ser dogmtico e sem interesse. H muito o que dizer sobre isto, como se poder ver adiante no que Glauber observa sobre o WHt6rn e o filme de gangster, mas uma primeira linha de observao deriva de lua defesa de Welles, Eisenstein, Godard e Michelangelo Antonioni, cineas- til que atestam a sua identificao com os acusados de formalismo por uma 11 esquerda que cobrava dos italianos a continuidade do neo-realsmo, e dos de- mais uma pedagogia dos mecanismos sociais empobrecedora da leitura do cinema de Welles, o grande encenador da tragdia do Capital, e da leitura da obra de Hossellini.

ROCHA, Glauber. O Seculo Do Cinema

Se o cineasta italiano minimiza o ctose-up , isto poltica, porque ele busca experincias que condensam um momento histrico, conectando sentimentos e crise social. O estilo, neste caso, no resulta da pura contemplao; ele vem da carne. H que se identificar semelhanas e oposi- es, fazer concatenaes lgicas, mas o conjunto que define o juzo, como se pode ver nas comparaes que o crtico faz entre filmes ou cineastas, sem- pre apoiado na ateno aos desempenhos que no se reduzem figura do diretor e s qualidades formais, com freqente destaque s passagens mais marcantes.

Tais "seqncias de grande cinema" so decisivas, a par do tema e do sentido geral de uma obra ou de um gnero. Mas a defesa do primado da forma e do estilo no se faz, na crtica de Glauber, em nome da arte e suas regras intrnsecas, pois tudo resulta do corpo a corpo com a vida e a histria. Sempre encarnada, a arte no permite separar percepo e desejo, talento e paixo. Em especial, o cinema que uma arte impura, para lembrar e deslo- car a frmula de Andr Bazin.

Digo deslocar porque a impureza aqui no ape- nas uma contaminao recproca das formas de expresso o cinema trazendo dentro de si o que lhe exterior entre as formas da cultura ; ela deriva da presena direta da carne na sua constituio, pois fazer filmes envolve a inte- rao direta entre corpos e olhares - aqui, a busca da forma e da beleza se d atravs de jogos de poder e de seduo que envolvem os que dirigem e os que atuam, os que fotografam e os que oferecem o corpo objetiva da cmera.

Como crtico Glauber envolve este movimento poltico de tornar explcita a dimenso corporal, intersubjetiva. A teoria no abordou jamais frontalmente esta questo bvia, pois lhe parecia impura; no entanto, ela constitutiva do 12 cinema, pois o que vemos na tela jamais resulta apenas da enunciao abstra- ta, mas sempre tambm, e fisicamente, de uma relao criador-criatura sem escapatria e sem equivalente em outra arte.

Relao intersubjetiva onde entra em jogo toda a gama dos afetos, emoes e pulses humanas".

La passion de Bertolucci pour Marlon Brando est un crime puni par Maria Sch- neider, travesti krystedipe vio! Desta frustrao nasce Guido. Fellini justifica Marcuse no caso de ser melhor artista porque pulsionado pelo sexo felino.

As pulses e os afetos so onipresentes e marcam o estilo de Glauber, de comeo a fim, para alm das diferenas que so claras entre o jovem dos anos 50 e o cineasta experiente dos anos Em nenhum momento ele esconde as suas afinidades eletivas ou seus desafetos, como vemos na diferena de tom com que se refere a duas superprodues.

Apocalipse Now discurso aliena- do, fruto do imperialismo maniquesta, pois desloca as verdadeiras questes e faz tudo convergir para a encarnao do Mal absoluto em Kurtz. Jean-Luc da Itlia".

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Ou seja, em , embora um "ster do sistema imperialista", Bertolucci ainda recebe a adeso do Ver Alain Bergala, "De rtrnpuret ontologique des cratures du ctnma". Trata-se de nmero especial com respostas de criticas e cineastas indagao "O que o cinema? Podemos viver juntos? Projeto Cividade: Leone e D. Producir para vivir: Internacionales, Tercer Mundo Editores , pp.

El mundo y sus Demonios - Obgin ; Te deseo un mundo Libre de demonios y lleno de luz, Nelson dos Santos.

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As discusses mais conceituais aparecem nos textos em que est em foco uma questo na qual o prprio Glauber est implicado, h algo que desafia o seu prprio caminho de criao. Local computer support for many devices that allow the user to efficiently copy files and folders to the clipboard to use a host.

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Outubro - de-enise-e. E que te perdeste de ti. James Dunn - Scot McKnight -pdf. Resta accanto a me - Gen Verde - YouTube ; Alm disto, pesa aqui a identidade no plano estilstico, pois haver, em Deus e a diabo, o mesmo uso reiterado da zoam como forma dramtica, em consonncia com o elogio zoam viscon- tiana que ser at mais explcito em texto posterior , em que ele vai se valer tambm da noo de "terceiro sentido", ou sentido obtuso, de Roland Barthes, para compor uma notvel observao sobre o efeito deste dispositivo cinematogrfico sobre as formas tradicionais de mise-en-scne e de exposio dos sentimentos.

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